terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Mais daquelas coisas que só acontecem comigo
- Eu quero fazer um pedido, por favor.
- Com quem falo?
- Com Paulo.
- É endereço comercial ou residencial senhor?
- Comercial.
- Qual é o endereço?
- É XXxXXxxX (questões de segurança, não revelo)
- Algum complemento?
- Mas eu nem pedi ainda...
- Complemento do endereço, senhor.
- Ah, eu entendi acompanhamento...
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Quando não sabemos o que dizer
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Buenos Aires, enfim – Parte 3
A Evita, ou o que resta dela, está aí
Depois demos um role pela feirinha hippie que tem na praça de frente à igreja e uma rápida volta pelo Buenos Aires Design Shopping, um shopping de mobília e coisas para casa. Nada de demais. O mais legal foi o Hard Rock, onde paramos para tomar um chope. O calor estava grande, a sede também e já estávamos cansados. Foi bom sentar e tomar um Chopp Quilmes geladinho.
Almoçamos em um restaurante na varanda do shopping. Lugar super agradável, ao ar livre, com grandes guarda-sóis e lounges para a galera sentar. O pedido do dia foi um frango grelhado ao molho de limão siciliano com alface. Delícia! Principalmente para fugir um pouco da carne vermelha. Para acompanhar, mais Quilmes!
Almoço gostosinho e light
Depois do almoço, Natália pediu um pudim de sobremesa. Eu fui de café. Pois é, para quem não sabe, eu nunca gostei de café. Acho o gosto terrível e nunca vou aprender a gostar. Mas enfim, estava em Buenos Aires, todo mundo fala dos cafés argentinos (tanto no sentido da bebida, quanto no do ambiente café) e eu resolvi que aquela era a hora de experimentar. O resultado? Olha minha cara:
Café não dá!
Mas tomei tudo. E cheguei a conclusão que não adianta. Eu nunca vou gostar de café.
Missão cumprida!
Fomos então ao Museo Nacional de Bellas Artes. Achei o local fantástico. Um acervo cheio de obras de grandes artistas como Gaugin, Picasso, Monet, Delacroix, Miró, Degas, Cézanne, Renoir, Rodin, Van Gogh, Toulouse Lautrec, Manet, Charles Chaplin e vasos da Dinastia Ming. Fiquei muito bem impressionado. Além disso, umas outras mostras estavam em cartaz. Uma de Pop Art, outra de fotografia e mais uma com a coleção pessoal de um grande colecionador argentino chamado José de Guerrico.
Esse prédio aí atrás é o museu
De lá andamos por várias praças. Uma com uma escultura em homenagem à Eva Perón, outra exclusiva para cachorros, e mais uma que foi minha preferida: a Plaza naciones Unidas. Lá está a “Floralis Generica”, escultura em forma de flor, com cerca de 20m de altura que abre as pétalas durante o dia e vai se fechando à medida que o sol se põe. É uma praça muito bonita. Dá para ver a flor de todos os pontos.
Era meio de tarde. Ela tava bem aberta ainda
Ainda demos um role pela Recoleta em busca de um café para lancharmos. Porém, entramos numa avenida super chique, a Alvelar, e lá não tinha café algum. Andamos, andamos, andamos e quando nos demos conta, já estávamos do outro lado da cidade. Aí entramos num taxi e paramos perto de um Havanna próximo ao hotel mesmo. Sim, o Havanna é aquele café de onde todo mundo traz alfajores. Comemos a “media luna” – nosso croissant, só que com uma pincelada de açúcar por cima – e tomamos um capuccino (de capuccino eu gosto).
Corremos de volta para o hotel para descansar, tomar banho e nos prepararmos para ir ao Señor Tango, o espetáculo da dança típica porteña que iríamos. Mas essa história vou contar no próximo post. Ela merece ser exclusiva. Hasta luego...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
Buenos Aires, enfim - Parte 2, continuação
Depois do almoço uma das melhores coisas da viagem, o sorvete! Comemos o famoso sorvete Freddo. É realmente muito bom! Doce de leite, banana e chocolate foram minhas escolhas. Natália pegou outro tipo de chocolate e doce de leite. Comi até morrer.
O Fim do espetáculo Otelo. Eu tava dormindo...
Depois jantamos no restaurante Il Gatto, do outro lado da rua do teatro. É uma casa italiana, portanto eu fui de massa. Comi um ravióli recheado de espinafre, com molho de toamate. Natália foi de salmão grelhado com legumes. Para beber, Latitud 33° Cabernet Sauvignon. Sem sobremesa.
Salmão com Legumes
PS: consegui resolver o problema das fotos!
Buenos Aires, enfim – Parte 2
Em Buenos Aires, um desses locais é a Plaza de Mayo. O local é conhecido mundialmente pelas imagens de manifestações que o povo argentino faz. Os panelaços são todos lá. Além da Casa Rosada, sede do governo do país, há a Catedral Metropolitana e o Cabildo, tipo um “congresso nacional” que foi o centro da eclosão da revolução de 1810. A Casa Rosada você vê de longe, tira foto com ela ao fundo e pronto.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Buenos Aires, enfim - Parte 1
“Julho? Mas você não disse que foi no mês passado, em outubro?” Pois é. Eu fui em outubro, mas inicialmente a viagem estava marcada para julho. Só que veio a (já esquecida) gripe suína e nossos planos tiveram de ser adiados.
Mas outubro chegou e lá fomos nós. Mais uma vez, repito: viajar é bom, mas cansa. Em março a TAM tinha um vôo Brasília – Buenos Aires direto. Em outubro ele não existia mais e por isso tivemos que sair daqui às 4h30 da manhã de uma quinta-feira para ir pra São Paulo e sair de lá às 8h30 para BSAS. No meio de tudo isso, free shop, avião atrasado, portão errado, chamada nominal pelo alto falante, etc.
Embarcamos. E aí é que você vê o tanto que é legal ser jeca. Eu e Natália nunca tínhamos saído do país, muito menos andado em avião com TV exclusiva para cada passageiro. Ficamos que nem bobos – estávamos cansados e nem dormimos – nos divertindo com os filmes em cartaz no avião.
Vai, jeca. Fica feliz com a bobagem...
Na chegada, tudo “muy tranquilo”, apesar do atraso. Passaportes carimbados na imigração sem nenhuma piadinha com nossa nacionalidade. Um dia antes da nossa chegada a Argentina havia garantido a vaga na Copa da África, o que acho que evitou muitos problemas. Enquanto esperávamos pelo transporte que nos levaria ao hotel, compramos uns jornais pra ver a programação cultural e decidimos nossa meta do dia: comprar ingressos para o musical Fantasma da Ópera, que estava em cartaz na cidade. Natália, fã incondicional da história, já havia imposto esse objetivo antes de sairmos do Brasil. E eu – o jeca que nunca tinha saído do país, nem visto avião com TV individual, e muito menos assistido um musical de grande porte – topei na mesma hora!
Chegamos ao hotel morrendo de fome. Já passavam das 15h (lembrem-se que tomamos café às 4h, e passamos o resto do dia à base de lanchinhos de avião e aeroporto) e precisávamos comer de verdade. Largamos as coisas no quarto e descemos em busca de um restaurante e do teatro para comprarmos os ingressos.
Na esquina no quarteirão do hotel, uma agradável surpresa: o restaurante Pousada de 1820. A boa aparência somada à fome do momento não nos fez pensar muito. Entramos, sentamos e comemos. Muito bem, inclusive. Eu comi um peixe e Natália uma massa. Satisfeitos, partimos em busca do teatro. Nosso hotel era muito bem localizado, perto da Calle Florida, o centro comercial da cidade. Foi fácil achar o Teatro Ópera e mais fácil ainda comprar bons ingressos. Conseguimos lugares privilegiados para assistir ao musical na noite de domingo. Depois, um role pelas redondezas: fomos ao Obelisco, andamos pela Florida e descobrimos outro teatro que apresentaria o musical Otelo, de Shakespeare. Nem pensamos duas vezes, compramos ingressos para sexta.
Fantasma!
Ai bateu o cansaço e voltamos para o hotel. Tomar banho e descansar. Não tínhamos nenhuma programação para a noite, além de ir jantar em um bom restaurante no Puerto Madero. Acabamos indo ao Cabaña Las Lilas que nos havia sido muitíssimo bem recomendado por amigos. E a recomendação foi verdadeira. Atendimento bom, comida excelente. Claro que em nossa primeira noite, não deixaríamos de comer o famoso Bife de Chorizo (o nosso contrafilé). Pedimos como acompanhamento arroz e brócolis e tomamos o vinho Escorihuela Gascon Malbec, safra 2007, escolhido de uma enorme carta de vinhos. Eles se vendem, inclusive, como a maior carta de vinhos do mundo, premiada em vários concursos. (Um PS importante: eu não entendo NADA de vinho, então só digo aqui o que bebi a título de curiosidade. Não esperem uma avaliação) De sobremesa as famosas panquecas de doce de leite.
Panquecas de doce de leite com sorvete de baunilha. Delícia!
Depois de comer muito e muito bem e beber uma garrafa de vinho o cansaço da viagem veio de uma vez. Já eram 2h, estávamos acordados – com um pequeno cochilo no fim da tarde – há cerca de 20h. Não resistimos e voltamos ao hotel para dormir. O dia seguinte prometia com um city tour e outras “cositas más”. Então aguardem que em breve volto com o resto da viagem.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
RJ - Invertendo a ordem
Joss Stone botando a galera pra sacudir
Problema dos que não foram! Porque o show é simplesmente fantástico. A Joss Stone canta demais, tem uma puta presença de palco e uma banda muito foda. O show a parte fica por conta do trio de backing vocals. Uma dupla de negras gordas, daquelas bem "harlem style", com um vozerão absurdo e um negro magrelo, daqueles bem "Will Smith Bell Air style", também com um poder vocal absurdo. Esses três cantam, dançam e fazem as melhores coreografias durante o show. Não fosse a Joss Stone tão boa, eles apagariam o brilho dela fácil.
No geral o show foi muito bom. Dançante, agitado, funkeado (no sentido bom do funk) e a galera que estava lá, nitidamente, curtia Joss Stone. Não tinha ninguém perdido ali, sem saber do que se tratava o esquema. E mesmo poucos, agitaram muito. A galera cantou, dançou e vibrou com cada música.
Tão vendo os tapetes dela?
Pezinhos na areia
Cansou? Muito! Valeu a pena? Demais. Vamos de novo? É só chamar!
Pra pensar no clima
UPDATE: Achei a notícia. Está aqui

