Quem passa por aqui com certa frequência sabe que eu não sou dos mais crentes na palavra da igreja. Apesar disso, meu amigo Diego Amorim - meu exemplo de catolicismo - disse me esses dias que eu sou o maior cristão dos não cristãos. Ou algo parecido. O chope não me deixa lembrar ao certo as palavras dele (ou será que ele só disse isso por causa do chope?).
Mas tem sempre aquelas coisas que eu vejo e não consigo não achar um absurdo. Pra tu ver, domingo passado fui com Natália à missa. Era domingo de Ramos e ela fez questão de ir. Eu, como namorado atencioso e "maior cristão dos não cristãos" fui acompanhando. Aí chega lá na Homilia e o padre começa um sermão sobre umas "notícias inverídicas de quem quer acabar com a igreja católica". Sabe do que ele falava? Disso aqui. Ok, o Papa pode até não ter culpa nisso tudo. Ele nem era Papa, na posição que ele ocupava na época podia nem ter influência nisso. Mas e a igreja? Ela, como um todo, tem sim. Pelo menos na minha opinião.
E aí, hoje, vindo ao trabalho o carro da minha frente trazia um enorme adesivo no vidro traseiro: "Deus sem você é Deus. E você sem Deus, o que é?"
Prazer, Paulo Mesquita. Isso que eu sou.
No Dia do Sushi, harmonize com espumante
Há 3 anos
