quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Tem bobo pra tudo...

Ídolos pop levantam a bandeira da virgindade e fãs adotam 'anel da pureza'

O trio Jonas Brothers usa. Miley Cyrus, a atriz bochechuda da série “Hannah Montana”, também. O “anel da pureza”, acessório que simboliza a promessa de jovens religiosos em manter a virgindade até o casamento, virou moda entre adolescentes que seguem à risca os passos dos ídolos. No caso, os dois fenômenos pop da vez.




Jonas Brothers? Virgens?
















Aposto que os três já liberaram o brioco...



Miley Cyrus? Virgem?

Tem pai que é cego mesmo...
E fã também!!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Ecos de Curitiba - Parte XVIII

E tem mais. No café da Ópera de Arame, o tio roubou uma garrafinha de pimenta (75ml). Disse que era doido por uma garrafinha dessas, mas nunca tinha conseguido pegar uma. Essa estava lá, vazia, dando sopa e ele não hesitou. Colocou no bolso e tchau.

À noite, no banheiro do hotel, ele lavou a garrafa de pimenta. De manhã cedo, antes de sair para o aeroporto ela já estava carregada. Pronta para o longo dia que viria.

Ecos de Curitiba - Parte XVII

Vivendo e aprendendo.

O tio carrega no bolso duas garrafinhas de 50 ml, que segundo ele, é uma dose internacional de whisky. Só aqui no brasil que servem menos, cerca de 40 ml, diz ele.
Falndo sobre isso, o tio comédia revelou que bebe entre 7 e 10 doses internacionais por dia. Um litro de whisky dura, com ele, coisa de dois dias.
Esse merecia ser personagem do Taverneiro.

Ecos de Curitiba - Parte XVI

Aí, no meio do passeio, o tio pediu ao taxista para parar em "uma mercearia, ou mercadinho" pra ele ver se encontrava as garrafinhas de whisky dele para comprar.

O taxista acabou parando em um supermercado, mas não serviu. Lá, só tinha whisky de litro e desse, o tio já tinha o Cavalo Branco dele no hotel.

Mas vocês acham que ele desanimou? De forma alguma. Voltou tomando um sorvete (mesmo com o frio de 15°) e disse que fosse o caso, parasse em uma adega que ele comprava um vinho ou cachaça mesmo.

Quando chegamos na Ópera de Arame, ele foi direto ao café e comprou uma dose de whisky para repor seu estoque.

Ecos de Curitiba - Parte XV

Voltei de Curitiba, mas ainda tem histórias que não contei. Vamos à elas:

- Na sexta-feira, o meu dia foi tranquilo. Acompanhei duas entrevistas sobre o evento que eu estava assessorando e depois só teria compromisso à noite. Aproveitei para dar mais uma volta pela cidade, conhecer o dia-a-dia. Acho essa a forma mais interessante de se conhecer, de verdade, uma cidade.

Na volta para o hotel, depois do almoço, lembrei que em Curitiba tem um ônibus de turismo que faz um city tour. Você paga R$ 15, roda a cidade toda e tem direito a descer do ônibus umas 5 vezes (o cara da recepção do hotel não soube me dizer direito, mas ele afirmou que não era menos que isso). O trasnporte passa a cada 30 minutos. Então rola de você descer, por exemplo, no Jardim Botânico, dar um rolé de meia hora, e pegar o busão de novo pra próxima parada.

Peguei as informações possíveis com o recepcionista do hotel e subi ao quarto para deixar algumas coisas que estava carregando. Chegando lá, encontrei o filho do tio assistindo MTV. Perguntei se ele ia ficar de bobeira e sugeri que ele fosse fazer o passeio comigo. Ele me contou que já tinha combinado com o pai e mais um outro coroa de fazer o passeio com um taxista que cobraria R$ 20 e pararia em todos os lugares que quiséssemos.

Topei ir com eles. Passamos pelo Jardim Botânico, Ópera de Arame/Pedreira Paulo Leminski, e os parques Tanguá e Birigui. Depois disso os coroas cansaram e voltamos pro hotel. Mas o passeio foi muito bom. Os lugares são bem bonitos e agradáveis. Mas o frio estava matando, principalmente nos parques que são abertos e cercados de água (lagos, fontes, cachoeiras) por todos os lados.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Ecos de Curitiba - Parte XIV

Existem pouquíssimas lixeiras pelas ruas de Curitiba (pelo menos por onde andei). Agora, voltando do almoço, andei alguns bons metros com um copinho de chocolate quente na mão procurando por uma lixeira e demorei até encontrar.

Nem por isso, as ruas são sujas. Tudo muito limpinho, no máximo folhas e flores de árvores pelo chão.

Ecos de Curitiba - Parte XIII

Lembram da primeira foto da garrafa?

Como vocês podem ver, o whisky estava ali, perto da parte superior do rótulo.
Querem ver como está agora?

Tcharam!



O véio manda ver!

Ecos de Curitiba - Parte XII


Conheci o Raul Plassman hoje.

Para quem não sabe, ele foi goleiro do Flamengo, entre outros títulos, campeão do mundo em 1981.

Super gente boa, simpático, ele nem hesitou em me dar um autógrafo. Falei com ele que era flamenguista e ele me disse que existem cerca de 400 mil rubro-negros no Paraná. "Por onde ando, encontro gente que vem me cumprimentar e diz ser flamenguista. Parece que to no Rio", me disse.

Só fiquei puto porque não estava com minha câmera pra tirar uma foto com ele.

Ecos de Curitiba - Parte XI

Voltei do café da manhã para o quarto. Encontrei o véio na porta. Adivinhem?

É sério. Não to brincando. Ele me perguntou de novo se eu iria embora hoje. To desconfiando que ele ta doido pra que eu vaze logo...

Ecos de Curitiba - Parte X

O veio é mesmo um comédia. Ontem à noite, ele e o filho sairam pra jantar com o povo todo que está aqui no encontro. Eles foram para o bairro Santa Cecília (acho que é isso), que é tradicional por aqui. É um local cheio de restaurantes italianos. Sabe aquela coisa casa da Nona? Mesão pra 30 pessoas, rodízio de massas, vinho e aleto sendo servido insistentemente para umas 300 pessoas ao mesmo tempo? Então, é tipo isso. Eu não fui. Fiquei aqui por perto mesmo, comi num café e voltei pra dormir porque hoje ia acordar cedo.

Aí, estou nos preparativos finais pra me deitar e o veio chega com o filho. Até estranhei que eles tinham retornado em menos de 2h depois de terem saído. Mas ele disse que cansou e voltou de taxi. Quando entrou no quarto e me viu mexendo na mala, perguntou: "Você já vai embora amanhã?"

Disse que não. Que só iria no sábado, mas amanhã (hoje) acordaria cedo para ir a uma emissora de tv. Continuei por ali arrumando minhas coisas e ele entrou no banheiro. Ao sair, perguntou novamente: "Mas você não vai embora amanhã não, né?". Repeti a mesma resposta de antes e ele fez que entendeu.

Entrei para o banho e ao sair, adivinhem o que me perguntou o tio? "É amanhã que você vai embora, é?" Olhei para o filho dele, que já estava rindo. Repeti a resposta e o cara olhou pra mim fazendo aquele conhecido sinal com o polegar estendido em direçao a boca, sinalizando que o pai estava mamado.

Dei uma risada também e voltei ao banheiro para escovar os dentes. Quando sai, o tio estava repondo o white horse dele na garrafinha de bolso. Tava explicado. Aliás, assim que puder vou tirar outra foto da garrafa para fazer comparação. Ela já está bem mais baixa. Aguardem.